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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Se você pode sonhar, pode realizar, mesmo na crise

Texto interessante publicado pelo Correio do Povo, ressalta a importância do olhar sobre as potencialidades que as organizações têm em relação a gestão de suas eficiências, custos, políticas de melhorias, especialmente para superar os momentos de crise. Você sonha? Então pode realizar. Só precisa ter foco, comprometimento e agir.

O jeito Disney de atravessar a crise

Disponível em: http://www.fabianogomes.com.br/2015/11/17/o-jeito-disney-de-atravessar-a-crise-saiu-no-correio-do-povo/

Um dos preceito mágicos de Walt Disney é: se você pode sonhar, pode realizar! Tal atitude interna o fez montar o que hoje é a terceira maior empresa de mídia do mundo. Esse conceito está alinhado com Napoleon Hill – autor e empreendedor norte americano que influenciou gerações inteiras de lideres ao redor do mundo. Hill nos ensinou que “o que a mente do homem pode conceber e acreditar, pode alcançar com Atitude Mental Positiva (AMP)”. O que homens como Disney, Hill, Thomas Edson, Grand Bell, Fors, entre outros em em comum e o que fez com que eles fossem tão extraordinários? Eles não se deixaram abalar pelas crises pessoais e profissionais. Estabeleceram prioridades e trabalharam muito, enquanto outros ficaram, como se diz atualmente, só com “MiMiMi”.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Praticando um pouco de Política de Redução de Custos...

Quando se pensa em redução de custos, a primeira coisa que vem a cabeça, é justamente o "corte de cabeças", mas será que esta é a solução mais lógica, mais estratégica, mais benéfica para a organização?  Praticar e aplicar uma política de redução de custos pode trazer benefícios significativos...



Recuar, jamais
Para as empresas do Sul, a melhor defesa contra os maus prognósticos econômicos é o ataque, revela pesquisa da PwC.                                            

por Laura D´Angelo

Calcula daqui, calcula dali. A cooperativa de alimentos Aurora bem que tentou, mas os custos crescentes com energia e combustível – que perpassam toda a cadeia produtiva e cujos preços devem sofrer novos reajustes este ano – vão pesar na conta. A realidade de 2015 já deixou claro que, para superar o faturamento e o lucro recordes do ano passado, a empresa de Chapecó (SC) vai ter de fazer alguns sacrifícios. Ao contrário do que se poderia imaginar em um cenário como esse, a Aurora não pensa em demissões nem em redução do ritmo da produção. Tampouco cogita repassar os custos ao consumidor final. “Ele está endividado”, resigna-se Mário Lanznaster, presidente da Aurora. O corte será na própria carne. Assim que passou janeiro, a cooperativa reduziu a sua projeção de margem de lucro líquido para 4,2% da receita líquida – mais de dois pontos percentuais abaixo da registrada no ano passado. “Como não dá pra repassar nem pra frente nem para trás, o resultado fica espremido”, resume Lanznaster.